Boninho adverte:
Se Beber não Coma!!!
Disparate!!!!
Big Brother é incestuoso. Irmão com irmã não pode!!
Bial ficou horrorizado e informou a todos que a brincadeira de segunda-feira iria atrasar 2 minutos. Que choque!!!
A família da moça quer processar o Daniel, consideram uma agressão tocar no produto antes dele ir pra vitrine.
Boninho analisou a cena várias vezes antes de decidir pela eliminação, mas ficou convencido quando viu o moço jogando a camisinha no chão. disse: - Regras são regras, devia ter jogado no lixo.
A moça, por sua vez, disse que não lembra de nada, apenas que ele não é muito bom de cama.
Daniel já pensa em lançar um livro contando sua história no BBB12, que pretende chamar de: Eu não vi o que você fez na festa passada".
Asdrubal Trouxe o Saxofone para a MPirate®
Tijuca traz o Mestre Luiz Gonzaga para sambar e colocar a Sapucaí no forró, na homenagem ao Rei do Sertão, Rei do Baião e porque não o Rei do Samba.
“Quero ser lembrado como o sanfoneiro que amou e cantou muito seu povo, o sertão; que cantou as aves, os animais, os padres, os cangaceiros, os retirantes, os valentes, os covardes, o amor.”
Luiz Gonzaga
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“Quero ser lembrado como o sanfoneiro que amou e cantou muito seu povo, o sertão; que cantou as aves, os animais, os padres, os cangaceiros, os retirantes, os valentes, os covardes, o amor.”
Luiz Gonzaga
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A idéia surgiu de um álbum, onde cinco estrelas participavam, George Harrison assumiu. Os cinco vocalistas (Harrison, Lynne, Petty, Dylan, e Orbison) decidiram não usar seus próprios nomes. O nome "Wilburys" surgiu de um tratamento que George e Jeff davam aos equipamentos do estúdio. Então, primeiro deram o nome de seu quinteto The Trembling Wilburys. Jeff sugeriu "Traveling" e todos concordaram.
O grupo nasceu: cinco caras com baixa estatura estrelas por seus próprios direitos, mas foi George quem criou esse ambiente Wilbury, onde os cinco poderiam desfrutar de uma colaboração ego-free. Todo mundo cantou, todo mundo escreveu, todos produziram - e garantem que foi uma grande diversão fazê-lo.
Todos os cinco foram otimos parceiros que admiravam e respeitavam o outro. Roy Orbison era idolatrado por todos os outros. Claro que Bob Dylan também, mas Bob estava mais perto de ser seu contemporâneo, por isso foi Roy quem criou o brilho especial de rock 'n' roll do início dos anos de formação.
Com o enorme sucesso internacional - mais de cinco milhões de cópias vendidas - os Traveling Wilburys, Volume 1, lançaram um segundo álbum intitulado The Traveling Wilburys Volume 3. Infelizmente, nesta epoca Roy havia morrido,
A revista Rolling Stone considera o álbum Traveling Wilburys, Volume 1 um dos 100 Melhores Álbuns de Todos os Tempos.
Formação:
Nelson Wilbury - George Harrison
Lefty Wilbury - Roy Orbison
Otis Wilbury - Jeff Lynne
Charlie T. Wilbury Jr. - Tom Petty
Lucky Wilbury - Bob Dylan
Video "Inside Out"
Gaviões Traz Lula o Filho do Sertão
21:25
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MOIZA MPIRATE
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Na madrugada de sábado (8), a escola de samba Gaviões da Fiel definiu o samba-enredo para o carnaval 2012. Ele fará uma homenagem ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e tem como tema: "Verás que o filho fiel não foge à luta - Lula o retrato de uma nação".
Segundo o carnavalesco Igo Carneiro, "o enredo trata de uma figura com a qual a nação corintiana se identifica por ser corintiano e pela trajetória de superação". Quatro sambas chegaram à final, depois de cinco semanas de seleção. Ainda segundo o carnavalesco, foi a disputa mais acirrada dos últimos anos. A decisão, por volta das 5 horas da madrugada, coube à diretoria, em voto de Minerva.
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A História de Lily Braun - Chico Buarque
11:02
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MOIZA MPIRATE
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Como num romance
O homem dos meus sonhos
Me apareceu no dancing
Era mais um
Só que num relance
Os seus olhos me chuparam
Feito um zoom
Ele me comia
Com aqueles olhos
De comer fotografia
Eu disse cheese
E de close em close
Fui perdendo a pose
E até sorri, feliz
E voltou
Me ofereceu um drinque
Me chamou de anjo azul
Minha visão
Foi desde então ficando flou
Como no cinema
Me mandava às vezes
Uma rosa e um poema
Foco de luz
Eu, feito uma gema
Me desmilinguindo toda
Ao som do blues
Abusou do scotch
Disse que meu corpo
Era só dele aquela noite
Eu disse please
Xale no decote
Disparei com as faces
Rubras e febris
E voltou
No derradeiro show
Com dez poemas e um buquê
Eu disse adeus
Já vou com os meus
Numa turnê
Como amar esposa
Disse ele que agora
Só me amava como esposa
Não como star
Me amassou as rosas
Me queimou as fotos
Me beijou no altar
Nunca mais romance
Nunca mais cinema
Nunca mais drinque no dancing
Nunca mais cheese
Nunca uma espelunca
Uma rosa nunca
Nunca mais feliz
O homem dos meus sonhos
Me apareceu no dancing
Era mais um
Só que num relance
Os seus olhos me chuparam
Feito um zoom
Ele me comia
Com aqueles olhos
De comer fotografia
Eu disse cheese
E de close em close
Fui perdendo a pose
E até sorri, feliz
E voltou
Me ofereceu um drinque
Me chamou de anjo azul
Minha visão
Foi desde então ficando flou
Como no cinema
Me mandava às vezes
Uma rosa e um poema
Foco de luz
Eu, feito uma gema
Me desmilinguindo toda
Ao som do blues
Abusou do scotch
Disse que meu corpo
Era só dele aquela noite
Eu disse please
Xale no decote
Disparei com as faces
Rubras e febris
E voltou
No derradeiro show
Com dez poemas e um buquê
Eu disse adeus
Já vou com os meus
Numa turnê
Como amar esposa
Disse ele que agora
Só me amava como esposa
Não como star
Me amassou as rosas
Me queimou as fotos
Me beijou no altar
Nunca mais romance
Nunca mais cinema
Nunca mais drinque no dancing
Nunca mais cheese
Nunca uma espelunca
Uma rosa nunca
Nunca mais feliz
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Ao escolher Candido Portinari como tema, a Mocidade Independente vem celebrar um dos maiores nomes da pintura brasileira no cinquentenário de seu desaparecimento.
Através de suas mais importantes obras, mostraremos a trajetória deste artista que acima de tudo retratou em seus quadros e murais, a história, o povo e a vida dos brasileiros, através dos traços fortes e vigorosos carregados de dramaticidade e expressão.
Esta homenagem escrita em forma de poema é a maneira mais digna encontrada para festejar este mestre que além de pintar também foi poeta e que entre outras manifestações artísticas soube tão bem ilustrar com seus desenhos os poemas de Carlos Drummond de Andrade, seu grande amigo e parceiro na versão do livro “Dom Quixote de La Mancha”, de Miguel de Cervantes.
Por fim é a Mocidade Independente que se orgulha em levar para o desfile um pouco da obra imortal de Portinari ao conhecimento do grande povo, aquele que sempre foi a sua grande fonte de inspiração.
Justificativa do Carnavalesco Alexandre Louzada
Ouva o samba:
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Baseado na história de luta do Grêmio Recreativo de Arte Negra Quilombo, fundado por Candeia em meados dos anos 70, o Núcleo de Sambistas e Compositores do Cupinzeiro vem escrevendo, aos poucos, a própria história do samba de Campinas. Se o pioneiro Quilombo, irmão carioca mais velho, resistiu valorosos anos na independência financeira e moral para deixar um legado, o legado de Candeia e de seu Quilombo está redivivo, em Barão Geraldo. Iniciativa genuinamente popular, o Cupinzeiro é um duro golpe na indústria da alienação e uma esperança de liberdade para a cultura nacional.
Por Bruno Ribeiro jornalista e compositor do Núcleo Cupinzeiro.
Ouva "Bar do Pachola" (Mercadão)
Ouva "Bar do Pachola" (Mercadão)
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Mangueira faz justa homenagem ao Cacique de Ramos pelos seus 50 anos de fundação. Um samba cantado em muitas vozes como diz o carnavalesco Cid Carvalho ao falar do enredo escolhido para 2012 (segue parte do enredo abaixo). Mangueira da um passo na frente em busca do título. O samba além de tudo é muito bom e vai contagiar com certeza. Mostrar o que o passado ensinou é ficar de olho no futuro, parabéns Mangueira.
"Hoje eu chego com o vento e volto aos pés da velha tamarineira, sento-me novamente ao lado do guerreiro e de Oxossi em saudação ao meio século de história do cacique de Ramos. Nós somos as raízes e o Cacique é o tronco desta árvore que deu frutos como Jorge Aragão, Almir Guineto, Arlindo Cruz, Dicró, Mauro Diniz, Zeca Pagodinho, Luis Carlos da Vila e Neguinho da Beija-Flor, entre outros nomes, além da dindinha Beth Carvalho um bendito fruto feminino entre tantos homens.
Salve a tribo dos bambas; esse "Doce Refúgio" de pagodeiros e malandros no bom sentido da palavra. A tribo que bate tambor e faz ecoar o surdo de primeira pra saudar a sagrada tamarineira e confirmar que o bom samba também mora em Mangueira. Afinal, "onde eu cheguei, nem um mortal chegou, modesta parte nessa arte, Deus me consagrou e o meu canto ecoou por todo universo, até em Marte o meu samba fez sucesso!" Por tudo isso vou festejar, pois sou Cacique, sou Mangueira"!
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A música narra a história de uma mulher que vivia jogada à beira da cidade, olhada sempre com desdém. Na sua condição, mostrando-se forte, Geni deitava-se com qualquer pessoa (homem e mulher) a troco de dinheiro. Chico mostra que essa sua condição vem desde que era menina, portanto, deixa incerto se sua escolha por essa vida foi por problemas sociais ou por caráter. Geni torna-se, apesar de tudo, conhecida em toda a cidade, que se por um lado a crítica atirando-lhe pedras, por outro, a sustenta, de certo pelos que a desejam apesar da promiscuidade. Entre esses inclusive o comandante do dirigível Zepelin (aqui podemos entender a figura de um poder superior ao de onde a história acontece). A negociação de paz só se dá quando Geni aceita passar a noite com o comandante da "nave". Chico mostra nesse ponto que apesar de promíscua a mulher tem sua honra, negando-se a deitar com quem a quer pela força, pelo poder. Ao ser procurada pelo prefeito (poder local) e pelo clamor popular Geni decide aceitar a proposta. Mas a música deixa claro que ela só aceita pela generosidade e por sentir que a cidade dependia dela e era sincera. Quando Chico diz que ela dominou seu asco e foi se deitar com o comandante demonstra ainda mais que Geni era uma mulher forte. Finalmente, Chico nos mostra que após a cidade estar liberta, o povo volta a atirar-lhe pedras, demonstrando toda a podridão de uma sociedade que apesar de crítica é conivente com a situação quando lhe é conveniente.
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Documentário sobre a experimentação na música popular brasileira, produzido sob a supervisão de Fernando Faro (Ensaio), com a direção de Renato Levi. Com Tom Zé, Arrigo Barnabé, Egberto Gismonti, Carlos Rennó, Júlio Medaglia, Lenine e Arnaldo Antunes. Traz depoimentos atuais e imagens de arquivo garimpadas no acervo da TV Cultura.
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