Neste vídeo, o ciclista Casey Neistat filma quando um policial lhe multa por não andar na ciclovia. Isto ainda não é ilegal em Nova Yorque e a multa é um caso típico de assédio policial. Inconformado Neistat resolveu postar esse video no Youtube mostrando que não há qualquer respeito com a faixa destinada às ciclovias de Nova Yorque. O video foi visto por mais de 1 milhão de pessoas em apenas 3 dias de postagem. Se lá é perigoso imagina em nosso país.
Cão Tobim - Campanha Lixo No Lixo 2011
23:31
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MOIZA MPIRATE
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Da Série: Quem Matou?
23:21
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MOIZA MPIRATE
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Quem Matou a Norma?
A) O Bruno (Ex Goleiro do Flamengo)
B) O Casal Nardoni
C) A Bola do Penalty do Elano
A) O Bruno (Ex Goleiro do Flamengo)
B) O Casal Nardoni
C) A Bola do Penalty do Elano
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ADELE - Nova Amy Winehouse?
10:03
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MOIZA MPIRATE
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Ele saiu das entranhas do seu dono, um zé mané qualquer, veio ao mundo para latir e atormentar a vizinhança. Seu dono carrega em seu traseiro o cão Tobim, uma espécie quase em extinção, uma raça criada em laborátorio de análises proctológicas, chamada cão-cocô.
Para quem quiser adquirí-lo fica uma dica: o duro é se acostumar no começo, mas depois que ele cresce você acaba até gostando e leva para dormir junto.
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A ÁRVORE E AS CABEÇUDAS
Sabe qual é a pior coisa que existe na vida?
E qual é a pior pessoa que você já conheceu?
E qual foi a pessoa mais idiota que você já conheceu?
Pois é, nada disso tem a ver com a estória de hoje, porque ela se passou no condomínio da minha prima e, tipo, só fiz essas perguntas pra mudar o começo da estória que estava muito repetitivo.
Estávamos sentadas em frente da casa dela, que fica perto de uma pracinha com uma árvore bem grande e uns bancos em volta.
Já era mais de oito horas da noite, estava bem escuro, ouvimos um barulho estranho na copa da árvore, olhamos uma para outra meio com medo, tipo, era um barulho super horripilante, levantamos e fomos mais perto da praça, de repente deu um estrondo muito estranho, vinha de cima da árvore, olhamos e vimos uma cabeça enorme, mas tipo, não dava pra ver o que era direito, parecia uma cabeça.
O medo tomou conta de nós duas e parece que tudo que era coisa de madeira começou a nos atacar. Saímos correndo para casa dela e os bancos entraram na nossa frente. Tivemos que pulá-los. Depois, mais perto da casa, o skate do meu primo de 23 começou a nos seguir. Chegamos na porta e, tipo, que bom que a chave era de ferro, porque a porta fazia uns barulhos muito esquisitos.
Conseguimos entrar e fechamos a porta rapidinho. Que susto. Fomos para o quarto dela e de lá não saímos mais. Demorou muito para a gente dormir, tipo uns 15 minutos.
No dia seguinte tomamos café e saímos à rua ainda com medo, olhando para a copa da árvore.
Como não vimos mais nada fomos até a praça e sentamos no banco para conversar. A gente não conseguiu entender o que era aquela coisa estranha que tínhamos visto na noite anterior.
De repente nossos celulares vibraram no mesmo instante, tipo, muito louco.
Recebemos a mesma mensagem que dizia: Cabeçudas!
Fomos ver quem tinha mandado e era do celular do meu primo de 23. Que chato.
À tarde encontramos com ele e já fomos xingando. Ele disse que não sabia de nada, mas, tipo, a mensagem veio do celular dele, como assim não sabia de nada? Ele disse que o celular dele sumiu na noite anterior e não achou mais.
Daí ligamos pro celular dele para ter certeza e advinha: ouvimos o toque do celular do lado de fora da porta. Abrimos pra ver e o skate do meu primo de 23 estava na porta parado e em cima dele o celular.
Sabe qual é a pior coisa que existe na vida?
E qual é a pior pessoa que você já conheceu?
E qual foi a pessoa mais idiota que você já conheceu?
Pois é, nada disso tem a ver com a estória de hoje, porque ela se passou no condomínio da minha prima e, tipo, só fiz essas perguntas pra mudar o começo da estória que estava muito repetitivo.
Estávamos sentadas em frente da casa dela, que fica perto de uma pracinha com uma árvore bem grande e uns bancos em volta.
Já era mais de oito horas da noite, estava bem escuro, ouvimos um barulho estranho na copa da árvore, olhamos uma para outra meio com medo, tipo, era um barulho super horripilante, levantamos e fomos mais perto da praça, de repente deu um estrondo muito estranho, vinha de cima da árvore, olhamos e vimos uma cabeça enorme, mas tipo, não dava pra ver o que era direito, parecia uma cabeça.
O medo tomou conta de nós duas e parece que tudo que era coisa de madeira começou a nos atacar. Saímos correndo para casa dela e os bancos entraram na nossa frente. Tivemos que pulá-los. Depois, mais perto da casa, o skate do meu primo de 23 começou a nos seguir. Chegamos na porta e, tipo, que bom que a chave era de ferro, porque a porta fazia uns barulhos muito esquisitos.
Conseguimos entrar e fechamos a porta rapidinho. Que susto. Fomos para o quarto dela e de lá não saímos mais. Demorou muito para a gente dormir, tipo uns 15 minutos.
No dia seguinte tomamos café e saímos à rua ainda com medo, olhando para a copa da árvore.
Como não vimos mais nada fomos até a praça e sentamos no banco para conversar. A gente não conseguiu entender o que era aquela coisa estranha que tínhamos visto na noite anterior.
De repente nossos celulares vibraram no mesmo instante, tipo, muito louco.
Recebemos a mesma mensagem que dizia: Cabeçudas!
Fomos ver quem tinha mandado e era do celular do meu primo de 23. Que chato.
À tarde encontramos com ele e já fomos xingando. Ele disse que não sabia de nada, mas, tipo, a mensagem veio do celular dele, como assim não sabia de nada? Ele disse que o celular dele sumiu na noite anterior e não achou mais.
Daí ligamos pro celular dele para ter certeza e advinha: ouvimos o toque do celular do lado de fora da porta. Abrimos pra ver e o skate do meu primo de 23 estava na porta parado e em cima dele o celular.
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Lenine mestre junta várias musas e seus respectivos criadores nessa letra sensacional, só para dizer que a sua musa é a soma de todas elas juntas, mas, apesar disso deixa escapar uma possibilidade de traição. Saudosismo, modernismo e humor, obra de Lenine. Ouva que vale a pena.
Parte da Letra.
Não canto mais Babete nem Domingas,
nem Xica nem Tereza,de Ben Jor;
nem Drão nem Flora,do baiano Gil,
nem Ana nem Luiza,do maior;
já não homenageio Januária,
Joana,Ana,Bárbara de Chico;
nem Yoko,a nipônica de Lennon,
nem a cabocla de Tinoco e de Tonico.
Nem a tigresa nem a Vera Gata
nem a branquinha de Caetano;
nem mesmo a linda flor de Luiz Gonzaga,
Rosinha,do sertão pernambucano;
Nem Risoflora,a flor de Chico Science,
nenhuma continua nos meus planos;
nem Kátia Flávia,de Fausto Fawcett;
nem Anna Júlia do Los Hermanos.
Só você,
hoje eu canto só você;
só você
que eu quero porque quero,por querer.
Não canto de Melô Pérola Negra,
de Brown e Herbert,nem uma brasileira;
De Ari,nem a baiana nem Maria,
nem a Iaiá também,nem minha faceira;
de Dorival,nem Dora nem Marina
nem a morena de Itapoã;
divina garota de Ipanema,
nem Iracema,de Adoniran.
De Jackson do Pandeiro,nem Cremilda;
de Michael Jackson,nem a Billie Jean;
de Jimi Hendrix,nem a doce Angel;
nem Ângela nem Lígia,de Jobim;
nem Lia,Lily Braun nem Beatriz,
das doze deusas de Edu e Chico;
até das trinta Leilas de Donato
e da Layla,de Clapton,eu abdico.
Só você,
canto e toco só você;
só você,
que nem você ninguém mais pode haver.
Parte da Letra.
Não canto mais Babete nem Domingas,
nem Xica nem Tereza,de Ben Jor;
nem Drão nem Flora,do baiano Gil,
nem Ana nem Luiza,do maior;
já não homenageio Januária,
Joana,Ana,Bárbara de Chico;
nem Yoko,a nipônica de Lennon,
nem a cabocla de Tinoco e de Tonico.
Nem a tigresa nem a Vera Gata
nem a branquinha de Caetano;
nem mesmo a linda flor de Luiz Gonzaga,
Rosinha,do sertão pernambucano;
Nem Risoflora,a flor de Chico Science,
nenhuma continua nos meus planos;
nem Kátia Flávia,de Fausto Fawcett;
nem Anna Júlia do Los Hermanos.
Só você,
hoje eu canto só você;
só você
que eu quero porque quero,por querer.
Não canto de Melô Pérola Negra,
de Brown e Herbert,nem uma brasileira;
De Ari,nem a baiana nem Maria,
nem a Iaiá também,nem minha faceira;
de Dorival,nem Dora nem Marina
nem a morena de Itapoã;
divina garota de Ipanema,
nem Iracema,de Adoniran.
De Jackson do Pandeiro,nem Cremilda;
de Michael Jackson,nem a Billie Jean;
de Jimi Hendrix,nem a doce Angel;
nem Ângela nem Lígia,de Jobim;
nem Lia,Lily Braun nem Beatriz,
das doze deusas de Edu e Chico;
até das trinta Leilas de Donato
e da Layla,de Clapton,eu abdico.
Só você,
canto e toco só você;
só você,
que nem você ninguém mais pode haver.
Posted in Música
A remake do filme Footloose (1984), que estréia em outubro no USA e no Brasil 25/11, parece que do original só trouxe o fusquinha amarelo. Kavin Bacon se morto fosse reviraria no caixão. Mas como as cabeças também mudam pode ser que faça sucesso.
Trailler do Original 1984
Posted in Cinema
Um Par de Mãos
Dessa vez estávamos no condomínio da minha prima, mas a luz acabou. Tipo, eu acho que isso já aconteceu na outra história, mas acabou de novo, outra vez, tipo, replay.
Fomos para a casa do meu Tio, eu minha prima e meu primo de 23 (vinte e três).
Enquanto eu e minha prima fomos buscar uma vela na cozinha, meu primo de 23 subiu as escadas e ficou escondido esperando.
Quando subimos ele pulou bem na nossa frente, nossa que susto, tipo horripilante.
Mas daí preparamos uma vingança. Eu e minha prima nos escondemos no armário do meu primo de 23 e ficamos esperando ele entrar no quarto. Ele tem 23 anos e ia para uma balada.
Ficamos lá no escuro do armário e quando ele abriu a porta, para pegar uma camisa pulamos do armário gritando. Ele ficou branco de susto, mas tipo, ele tem 23 e nem se assutou tanto.
No dia seguinte, conversando com minha prima sobre nossa armação, comentei que foi muito legal ela ter segurado minha mão no armário, porque eu estava com muito medo. Se bem que ela disse que eu é que tinha segurado a mão dela. Achei estranho mesmo a mão dela estar, tipo, tão gelada e grande...ops
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Achou a Primeira Dama?
23:24
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MOIZA MPIRATE
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Construção - Chico Buarque (1971)
23:14
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MOIZA MPIRATE
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Música de Chico Buarque de Holanda, Considerada a mais poética das composições de Chico , “Construção” é construída musicalmente com decassílabos em ritmo crescente, com a entrada de metais gradativa a cada estrófe. Todos os versos terminam com proparoxítonas trocadas durante a repetição da letra. Ao intercambiar as palavras, Chico da outros sentidos aos seus versos, compondo uma visão complexa da morte de um operário. Uma impressionante crítica social. Viaje pela letra, mas não vá cair, pois como diria Chico, só iria atrapalhar o tráfego.
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